sexta-feira, 27 de março de 2015

Conheça opções entre R$ 35 e R$ 40 mil para trocar sua moto...



Quem está disposto a gastar mais de R$ 35 mil em uma motocicleta já é seguramente um apaixonado por motos. Se você é uma dessas pessoas e pretende gastar essa quantia, saiba que muitos modelos dessa faixa de preço têm manutenção mais cara. Em contrapartida, eles oferecem mais desempenho e, em alguns casos, conforto e disposição para longas viagens. Alguns deles, porém, também podem ser bons companheiros na cidade. Conheça opções.

quinta-feira, 26 de março de 2015

Nova R1 já com preço definido


“A Yamaha está desafiando o futuro”. Foi com essa enfática frase que Hiroyuki Yanagi, presidente e CEO Global da Yamaha, apresentou a nova geração da superesportiva YZF-R1 durante o Salão de Motos de Milão 2014. E a empolgação não era para menos. Em seus 17 anos de existência, a R1 mudou algumas vezes, é verdade, mas nada tão radical como nesta R1 2015. O modelo, que chega agora aos mercados europeu e norte-americano, totalmente renovado por fora e moderna como nunca por dentro, para mostrar que, cada vez mais potência, tecnologia e estilo andam de mãos dadas.


No design, a YZF-R1 abandonou pela primeira vez o visual criado há quase duas décadas, caracterizado pelo grande conjunto óptico duplo. Tantas mudanças no aspecto da moto são explicadas pela orientação do projeto. De acordo com a Yamaha, ao desenvolver a nova R1, a equipe foi encorajada a criar uma superesportiva do zero, não apenas planejar mudanças para atualizar a moto que já existia. E foi o que aconteceu.
As linhas agora são herdadas diretamente da YZR-M1, protótipo que compete na MotoGP, e deixaram a superbike com aspecto futurista. Proposta reforçada tanto pelos cortes laterais da carenagem, quanto nos discretos faróis de LED que fazem a iluminação diurna e ficam encrustados na dianteira. A iluminação principal agora é feita por dois canhões de luz acima da roda dianteira.
A rabeta recebeu linhas mais leves, compostas por dois painéis vazados, que convergem em uma estrutura central. Esta, abriga a lanterna, uma faixa vertical em LED. O design do subquadro ficou mais aerodinâmico agora que ele não carrega mais os dois escapamentos. Da mesma forma que acontecia em sua primeira geração, R1 volta a ter seus quatros cilindros convergindo em um cano do lado direito. O escape tem design poligonal e está posicionado bem rente à moto, para não atrapalhar a inclinação nas curvas.
Novo motor crossplane
A YZF-R1 não mudou apenas por fora. A Yamaha desenvolveu um novo motor mais compacto e que fosse capaz de oferecer mais potência e menos peso. Desta forma, o novo quatro cilindros em linha de refrigeração líquida e 998 cm³ de capacidade é mais compacto e composto por diversas peças feitas em carbono e titânio. Um novo virabrequim crossplane também foi incorporado. O eixo continua acionando os pistões com intervalos de 90º e agora oferece torque de forma mais linear para que o piloto aproveite mais o desempenho que a superbike oferece.
Outras alterações foram feitas para otimizar a mistura do ar com o combustível, criando uma taxa de compressão de 13:0:1. O resultado são 200 cv de potência máxima a 13.500 rpm e atingidos sem o auxílio de nenhum sistema de indução de ar pressurizado (RAM-Air), o que é frisado pela Yamaha. Já o torque é de 11,5 kgf.m a 11.500 giros.
A moto ainda traz tanque com capacidade para 17 litros e câmbio de seis velocidades com embreagem deslizante. O conjunto é assistido eletronicamente pelo sistema quickshift. (QSS). A ajuda consiste em um sensor posicionado na alavanca de câmbio, que percebe quando o piloto está subindo as marchas e manda a informação para a ECU. Esta, por sua vez, corta a tração na velocidade engrenada para uma mudança mais suave.  
Peso e potência equilibrados
Uma das principais características da R1 é sua boa relação entre peso e potência, traço melhorado na nova geração, que tem peso de 199 kg em ordem de marcha. Segundo a marca dos três diapasões, isso foi conseguido ao redesenhar o quadro Deltabox de alumínio de forma assimétrica e reempregando um o novo subquadro feito em magnésio.    
No quesito suspensão, tanto o garfo dianteiro invertido quanto a balança monoamortecida com link têm curso de 120 mm. Para segurar seus 200 cv, a moto conta com dois discos dianteiros de 320 mm de diâmetro e um de 220 na traseira. Aqui, a novidade é o auxílio do ABS com sistema de frenagem unificado, que distribui eletronicamente a força nas duas rodas.
A nova YZF-R1 também está mais curta e estreita. O comprimento passou de 2.070 mm para 2.055 mm, enquanto a largura foi reduzida de 715 mm para 690 mm. Embora seja pouco em números, as alterações são enfatizadas pelo design compacto da moto. A altura do assento, no entanto, aumentou 20 mm e o piloto agora fica acomodado a 855 mm do solo.
Superbike inteligente
O cardápio eletrônico incorporado na R1 é um dos mais completos da atualidade, se não for o maior deles. A moto está equipada com quatro modos de entrega de potência, controle de tração (TCS) ajustável em nove níveis, controle de wheeling (LIF), regulável em três; e de largada (LCS), que reduz o giro do motor abaixo dos 10.000 rpm na hora de sair com a moto, mesmo o piloto girando ao máximo o acelerador. Além dos freios ABS unificados e do câmbio eletronicamente assistido (QSS). Há também os quatro modos de pilotagem (YRC), que colocam todos os controles em parâmetros pré-estabelecidos para facilitar a vida do piloto.
Para controlar tudo isso, a Unidade Central Eletrônica (ECU) deixa de estar focada em tarefas “simples” como controlar o funcionamento da injeção de combustível e da abertura das válvulas, por exemplo, para agir como um verdadeiro cérebro eletrônico da moto. A ECU agora toma decisões com base nos dados enviados por outra sigla: IMU, Unidade de Medição Eletrônica, em inglês. Com poder de processamento de 32 bits (o mesmo de um videogame PlayStation 1, para se ter uma ideia), o equipamento monitora constantemente a posição e o comportamento da moto. Assim os sistemas eletrônicos podem ser ajustados para otimizar o desempenho, mas sem esquecer da segurança do piloto.
De acordo com a Yamaha, a IMU fornece um panorama da moto em 3D, uma vez que as leituras são feitas em seis eixos, que correspondem às posições que ela pode estar: inclinada para direita, para esquerda, para cima (wheeling), para baixo (fim de curso do garfo em uma frenagem), além da aceleração e redução da velocidade. Tudo isso significa que, cada vez que o piloto escolhe uma configuração, por meios dos manetes e do novo painel totalmente digital, a moto levará em conta as medições da IMU para executá-la da melhor forma. O controle de tração, por exemplo, não irá apenas se ater à perda de aderência da roda traseira para atuar, mas irá também agir com base no ângulo de inclinação da moto. E assim por diante.
Disponível na Europa e nos Estados Unidos, nas cores azul e vermelha, a moto parte de US$ 16.490 no mercado norte-americano, o que corresponde a cerca de R$ 53.000. No Brasil, entretanto, onde ainda não há uma previsão para que ela chegue, o preço deverá ser bem maior, uma vez que a atual geração da superbike – sem toda essa eletrônica – já é vendida por R$ 65.500.  
Mais eletrônica, mais exclusiva e mais um “M”
Para mostrar o quanto a nova geração da R1 é importante para a Yamaha, a marca dos três diapasões não deixou por menos e lançou também uma edição limitada da superesportiva. Batizada de R1M, em clara referência ao modelo da MotoGP, a superbike vem na cor prateada e traz itens focados no desempenho nas pista, como diversas peças em fibra de carbono.
A moto também traz mais tecnologia ao já extenso pacote. Além do conjunto de suspensões Öhlins, que pode ser ajustado eletronicamente, a moto ainda traz a Unidade de Comunicação e Controle (CCU) instalada na rabeta. O sistema atua em conjunto com um GPS e se comunica com um aplicativo para Android. O “app” armazena dados da pilotagem, como tempo de volta e ângulo de inclinação e ainda permite que o piloto faça alterações nos controles eletrônicos da moto à distânciaTudo isso, claro, tem um custo, que no caso da YZF-R1M é de US$ 21.990, o que corresponde a mais de R$ 70.000.


quinta-feira, 19 de março de 2015

Motos esperadas para o Brasil em 2015...


Para 2015, o setor de motocicletas promete uma série de novidades para o Brasil, principalmente para o segmento de alta cilindrada. Em outubro, ocorre a 13ª edição do Salão Duas Rodas, em São Paulo onde a maioria das motos deverão ser expostas. Preparamos alguns modelos esperados para o país no ano; veja abaixo.

sexta-feira, 6 de março de 2015

Dica de Filme – FIXING THE SHADOW (1992) "DURO E IMPLACÁVEL"



                                                          DURO E IMPLACÁVEL
– FIXING THE SHADOW – BEYOND THE LAW de 1992

 assitir

Novas cores para as Honda CB 500F e CBR 500R 2015 !!!


 A Honda revelou novas cores e grafismos para os modelos 2015 de duas integrantes da família 500. A naked CB 500F agora está disponível também na cor preta com grafismo vermelho. A nova roupagem é inspirada na CB 650F e chega como opção às cores branca e vermelha metálica, que agora estão com os grafismos padronizados.
     Já a esportiva CBR 500R recebeu roupagens mais radicais e condizentes com a sua vocação. A moto, que está disponível agora apenas na versão equipada com freios ABS, pode ser encontrada em preto com grafismos vermelhos e em uma roupagem tricolor (branca, azul e vermelha) mais parecida com o famoso esquema tricolor adotado pelo Team HRC (Honda Racing Corporation).


terça-feira, 3 de março de 2015

Yamaha YZF R3 2015



Está oficialmente anunciada a nova Yamaha R3 2015. O modelo ainda traz uma ótima novidade: motor de 321cc paralelo twin. Suspeitas de que a YZF-R3 2015 viria equipada com 20cc a mais que suas concorrentes (Ninja 300 e CBR 300R) surgiram no mercado asiático, onde já existe a Yamaha R25 (250cc) que possui características técnicas compatíveis com a Ninja 300.
A nova Yamaha YZF-R3, com seus 42cv de potência máxima, poderá tranquilamente bater de frente com a Ninja 300, que é capaz de gerar até 39cv. Na verdade ela poderá ameaçar até mesmo a KTM RC390, que gera potência máxima de 44cv.

quarta-feira, 18 de fevereiro de 2015

Hornet Honda CB 250 F, o começo de tudo!


Evento em destaque!!!


      Terminando o Carnaval e a vida voltando ao  normal... o destaque dessa vez é o evento de Pedro Velho-RN ótima opção de viajem para quem gosta de uma boa estrada com lindas paisagens. Já tive o prazer de conhecer essa cidade e gostei muito, recomendado! 


Serviço:
Evento:  3º Bate e Fica de Pedro Velho
Datas: 02 e 03 de Maio de 2015
Local: Praça Claudino Martins - Centro
Cidade: Pedro Velho
Estado: RN
Organizador: Bastos Moto Clubes
Contatos: Bastos
Telefones: 031 83 87 36 58 26 - 015 84 81 07 5469

domingo, 17 de agosto de 2014

Dicas de Pilotagem. ..


Velas Iridium - Afinal, qual a diferença?

Muito se comenta a respeito das velas Iridium, e se elas realmente fazem diferença no funcionamento do motor. Vou tentar explicar a diferença entre essas velas e as velas normais.

Todo motor de combustão por centelha precisa de velas de ignição. Elas são responsáveis por criar a faísca dentro da câmara de combustão no momento exato em que o combustível está comprimido, gerando assim a combustão do mesmo e, desta combustão, o movimento que faz o motor virar.

Irídio (Iridium no idioma Inglês) é um elemento metálico extremamente duro e raro, relacionado a platina. Além de sua dureza, a principal propriedade que faz o Irídio atraente como um material eletrodo para as velas de ignição é o seu altíssimo ponto de derretimento (quase 2.500 ºC).
O Irídio não é um excelente condutor energético, por isso ele é usado em forma de liga, misturado com outros metais como a platina, cobre e zinco, desta forma, se tornando uma liga extremamente dura, com alto ponto de derretimento e excelente condutividade elétrica.

Tradicionalmente as velas de ignição possuem eletrodos de cobre ou platina.

Sendo então um metal mais durável e resistente, o Irídio permite a fabricação de eletrodos mais finos, desta forma, a tensão necessária para fazer a faísca na vela é muito menor, o que tem trás algumas vantagens:

Menos tensão (volts) é necessária, o que diminui a carga no sistema de ignição do motor.
Permite um espaço maior entre o eletrodo e o aterramento da vela sem aumentar a carga no sistema de ignição. Mais espaço significa uma faísca maior e portanto, aumento na eficiência da combustão.
Faísca mais precisa, sempre na posição correta e com o tempo correto, o que aumenta a eficiência da combustão.
Melhora na resposta do acelerador.
Economia de combustível (que depende mais de como você aproveita a melhora na resposta do acelerador)
Aumento na vida útil da vela. Velas de Iridium costumam ter o dobro da durabilidade.
Aumento da potência do motor (em torno de 1 a 3%)
Parece ótimo, não? No entanto, substituir as velas do motor por velas Iridium não significa ter todas essas vantagens, e cada motor vai ter um comportamento diferente com este tipo de vela. Alguns motores nem mesmo possuem uma vela Iridium recomendada como substituta de uma vela tradicional.

É o caso da V-Strom 650. Quando fui comprar as velas para minha Moto, percebi que a NGK não indica nenhum modelo de vela Iridium para ela.
Tabela Suzuki NGK
O modelo original é o CR8E, então eu decidi por livre escolha, colocar as velas da V-Strom 1000 (CR8EIX).

As velas funcionam, e estão funcionando até agora (já faz 30 mil km que estou usando). Mas eu não percebi nenhuma melhoria em desempenho ou em consumo de combustível. Mas é importante lembrar que a V-Strom 650 usa duas velas por cilindro, então eu acho que mesmo com as velas originais a queima do combustível já era bem otimizada.

Tirei uma das velas para conferir o desgaste do eletrodo e ainda há bastante material para gastar, então pelo menos no quesito durabilidade, as velas estão se saindo muito bem (lembrando que o cronograma da Suzuki é substituir as velas a cada 12 mil km).
CR8EIX
Em motores que usam apenas uma vela por cilindro (são a maioria), acho que as velas Iridium podem sim trazer algum ganho de desempenho. Porém, só o fato de durarem mais já é um bom motivo para usar este tipo de vela.

Você usa velas Iridium na sua moto? Notou alguma diferença? Deixe um comentário!

Velas Iridium - Afinal, qual a diferença?

CR8EIX Tabela Suzuki NGK

sexta-feira, 4 de abril de 2014

Z 1000 2015....




Esse conceito foi usado pela primeira vez no modelo Z800 e suas versões. Causou boa aceitação em todo o mundo porque envolve aspectos de estilo e engenharia, onde o dono da moto experimenta uma impressão no visual similar ao que percebe no desempenho. Seja do motor, do chassi ou da suspensão e freios. O estilo representa o que ele vai encontrar em termos de performance, tanto na ciclística quanto na entrega de potência do motor.
O design Sugomi, foi inspirado no caráter felino para trazer o impacto dos traços intimidantes e ao mesmo tempo marcantes. Na parte de engenharia as propostas vieram atender a esse mesmo critério.

Começando com o motor, ele recebeu nova ECU que oferece menor tempo de resposta, os coletores foram redimensionados para melhor resposta em baixas e médias rotações, juntamente com o novo filtro de ar que tem uma ressonância em um timbre agradável de se ouvir. Os escapamentos receberam interligações ovais para maior equilibrio das pressões internas e facilitar o fluxo de saida dos gases. A parte inferior dos cilindros receberam modificações para diminuir a resistência do ar na parte de baixo dos pistões. Assim, aproveita-se mais a energia da explosão. Os comandos de válvulas receberam novos ressaltos, para favorecer o torque em rotações mais baixas. A relação final foi encurtada (de 42/15 para 43/15) para maior aceleração e a sexta marcha foi alongada de (25/22 para 31/28) para compensar, mantendo a velocidade final adequada.


Para controlar esse motor os freios vieram com novidades também. As pinças monobloco sofrem menos flexões e proporcionam mais estabilidade nas frenagens. Também a nova bomba proporciona mais controle da pressão sobre o sistema, melhorando a sensibilidade.
Suspensão "Big Piston" com funções separadas
Suspensão "Big Piston" com funções separadas
Agora pode ser acionado com um dedo apenas. Nova central do ABS é mais leve e oferece maior controle sobre o efeito da elevação da roda traseira (RL).





A nova suspensão dianteira de pistões maiores e funções separadas. Ajustável na compressão, retorno e pré-carga, proporciona ajuste para esportividade ou conforto para quem busca uma pilotagem rápida ou apenas para trafegar confortavelmente pela cidade.

Suspensão traseira, afixada na estrutura em alumínio ajuda a concentrar as massas


Na traseira, a disposição do amortecedor está mais à frente, ajudando na concentração de massas.

Farois em LEDs
Farois em LEDs
Utilizados pela primeira vez um uma motocicleta Kawasaki, os faróis com lâmpada de LED compõem a dianteira do modelo, proporcionando visão clara e de longo alcance para o piloto. Além do menor consumo de energia (sobra mais para o motor), os LED’s tem maior vida útil. São quatro lâmpadas para o farol alto, sendo que apenas duas destas ficam acesas durante o uso do farol baixo.

Inclinação à frente numa boa medida, nem muito abaixado nem muito exposto ao vento, o guidão de alumínio é largo e confortável, retrovisores com boa visão e e painel LCD diferenciado oferece bastante informação e controle desta máquina.
A Z1000 2015 chega às concessionarias autorizadas em fins de abril e nas cores Golden Blazed Green e Candy Burnt Orange, nas versões standard ou ABS, com preço sugerido de R$48.990 (Z1000), R$49.990 (Z1000 SE), R$51.990 (Z1000 ABS) e R$52.990 (Z1000 ABS SE), todas em modelo 2015.


quinta-feira, 3 de abril de 2014

XJ6 com novidades

A nova XJ6 com freios ABS já está disponível em toda a rede de concessionárias Yamaha. Com motor de 600cc, 4 cilindros em linha, 4 tempos e 16 válvulas DOHC, agora conta com escapamento 4-2-1 cujo benefício citado pela montadora é melhorar o centro de gravidade da motocicleta, potencializando a pilotagem.
O preço sugerido da versão Naked (XJ6 N) é a partir de R$ 31.990,00, nas cores cinza e preta. A série especial vem na cor preta/branca com o número seis em destaque, remetendo as tomadas ao aspecto de fibra de carbono. A versão carenada (XJ6 F) fica a partir de R$ 32.590,00 nas cores cinza e vermelha. O grafismo na nova versão vermelha também remete às pistas, com o número 6 ainda mais esportivo.



terça-feira, 1 de abril de 2014

Sinais universais entre motociclistas


Notei que até entre os mais antigos motociclistas não havia consenso e as vezes muitos rodavam a vários anos mais não sabiam como e o que significava os sinais, sabemos que quem viaja em grupo sabe da dificuldade de comunicação entre os integrantes do comboio de motos, devido ao capacete, barulho e distância entre uma moto e outra.

Por isso foi criada uma linguagem que cumprisse essa função de comunicação. Existe movimentos particulares em que variam de grupos para grupos mais de modo geral são todos variações do movimento universal.

Paulo Afonso - Moto Energia Cancelado