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segunda-feira, 15 de junho de 2015
quinta-feira, 26 de março de 2015
Nova R1 já com preço definido
“A Yamaha está desafiando o futuro”. Foi com essa enfática frase que Hiroyuki Yanagi, presidente e CEO Global da Yamaha, apresentou a nova geração da superesportiva YZF-R1 durante o Salão de Motos de Milão 2014. E a empolgação não era para menos. Em seus 17 anos de existência, a R1 mudou algumas vezes, é verdade, mas nada tão radical como nesta R1 2015. O modelo, que chega agora aos mercados europeu e norte-americano, totalmente renovado por fora e moderna como nunca por dentro, para mostrar que, cada vez mais potência, tecnologia e estilo andam de mãos dadas.
No design, a YZF-R1 abandonou pela primeira vez o visual criado há quase duas décadas, caracterizado pelo grande conjunto óptico duplo. Tantas mudanças no aspecto da moto são explicadas pela orientação do projeto. De acordo com a Yamaha, ao desenvolver a nova R1, a equipe foi encorajada a criar uma superesportiva do zero, não apenas planejar mudanças para atualizar a moto que já existia. E foi o que aconteceu.
As linhas agora são herdadas diretamente da YZR-M1, protótipo que compete na MotoGP, e deixaram a superbike com aspecto futurista. Proposta reforçada tanto pelos cortes laterais da carenagem, quanto nos discretos faróis de LED que fazem a iluminação diurna e ficam encrustados na dianteira. A iluminação principal agora é feita por dois canhões de luz acima da roda dianteira.
A rabeta recebeu linhas mais leves, compostas por dois painéis vazados, que convergem em uma estrutura central. Esta, abriga a lanterna, uma faixa vertical em LED. O design do subquadro ficou mais aerodinâmico agora que ele não carrega mais os dois escapamentos. Da mesma forma que acontecia em sua primeira geração, R1 volta a ter seus quatros cilindros convergindo em um cano do lado direito. O escape tem design poligonal e está posicionado bem rente à moto, para não atrapalhar a inclinação nas curvas.
Novo motor crossplane
A YZF-R1 não mudou apenas por fora. A Yamaha desenvolveu um novo motor mais compacto e que fosse capaz de oferecer mais potência e menos peso. Desta forma, o novo quatro cilindros em linha de refrigeração líquida e 998 cm³ de capacidade é mais compacto e composto por diversas peças feitas em carbono e titânio. Um novo virabrequim crossplane também foi incorporado. O eixo continua acionando os pistões com intervalos de 90º e agora oferece torque de forma mais linear para que o piloto aproveite mais o desempenho que a superbike oferece.
Outras alterações foram feitas para otimizar a mistura do ar com o combustível, criando uma taxa de compressão de 13:0:1. O resultado são 200 cv de potência máxima a 13.500 rpm e atingidos sem o auxílio de nenhum sistema de indução de ar pressurizado (RAM-Air), o que é frisado pela Yamaha. Já o torque é de 11,5 kgf.m a 11.500 giros.
A moto ainda traz tanque com capacidade para 17 litros e câmbio de seis velocidades com embreagem deslizante. O conjunto é assistido eletronicamente pelo sistema quickshift. (QSS). A ajuda consiste em um sensor posicionado na alavanca de câmbio, que percebe quando o piloto está subindo as marchas e manda a informação para a ECU. Esta, por sua vez, corta a tração na velocidade engrenada para uma mudança mais suave.
Peso e potência equilibrados
Uma das principais características da R1 é sua boa relação entre peso e potência, traço melhorado na nova geração, que tem peso de 199 kg em ordem de marcha. Segundo a marca dos três diapasões, isso foi conseguido ao redesenhar o quadro Deltabox de alumínio de forma assimétrica e reempregando um o novo subquadro feito em magnésio.
No quesito suspensão, tanto o garfo dianteiro invertido quanto a balança monoamortecida com link têm curso de 120 mm. Para segurar seus 200 cv, a moto conta com dois discos dianteiros de 320 mm de diâmetro e um de 220 na traseira. Aqui, a novidade é o auxílio do ABS com sistema de frenagem unificado, que distribui eletronicamente a força nas duas rodas.
A nova YZF-R1 também está mais curta e estreita. O comprimento passou de 2.070 mm para 2.055 mm, enquanto a largura foi reduzida de 715 mm para 690 mm. Embora seja pouco em números, as alterações são enfatizadas pelo design compacto da moto. A altura do assento, no entanto, aumentou 20 mm e o piloto agora fica acomodado a 855 mm do solo.
Superbike inteligente
O cardápio eletrônico incorporado na R1 é um dos mais completos da atualidade, se não for o maior deles. A moto está equipada com quatro modos de entrega de potência, controle de tração (TCS) ajustável em nove níveis, controle de wheeling (LIF), regulável em três; e de largada (LCS), que reduz o giro do motor abaixo dos 10.000 rpm na hora de sair com a moto, mesmo o piloto girando ao máximo o acelerador. Além dos freios ABS unificados e do câmbio eletronicamente assistido (QSS). Há também os quatro modos de pilotagem (YRC), que colocam todos os controles em parâmetros pré-estabelecidos para facilitar a vida do piloto.
Para controlar tudo isso, a Unidade Central Eletrônica (ECU) deixa de estar focada em tarefas “simples” como controlar o funcionamento da injeção de combustível e da abertura das válvulas, por exemplo, para agir como um verdadeiro cérebro eletrônico da moto. A ECU agora toma decisões com base nos dados enviados por outra sigla: IMU, Unidade de Medição Eletrônica, em inglês. Com poder de processamento de 32 bits (o mesmo de um videogame PlayStation 1, para se ter uma ideia), o equipamento monitora constantemente a posição e o comportamento da moto. Assim os sistemas eletrônicos podem ser ajustados para otimizar o desempenho, mas sem esquecer da segurança do piloto.
De acordo com a Yamaha, a IMU fornece um panorama da moto em 3D, uma vez que as leituras são feitas em seis eixos, que correspondem às posições que ela pode estar: inclinada para direita, para esquerda, para cima (wheeling), para baixo (fim de curso do garfo em uma frenagem), além da aceleração e redução da velocidade. Tudo isso significa que, cada vez que o piloto escolhe uma configuração, por meios dos manetes e do novo painel totalmente digital, a moto levará em conta as medições da IMU para executá-la da melhor forma. O controle de tração, por exemplo, não irá apenas se ater à perda de aderência da roda traseira para atuar, mas irá também agir com base no ângulo de inclinação da moto. E assim por diante.
Disponível na Europa e nos Estados Unidos, nas cores azul e vermelha, a moto parte de US$ 16.490 no mercado norte-americano, o que corresponde a cerca de R$ 53.000. No Brasil, entretanto, onde ainda não há uma previsão para que ela chegue, o preço deverá ser bem maior, uma vez que a atual geração da superbike – sem toda essa eletrônica – já é vendida por R$ 65.500.
Mais eletrônica, mais exclusiva e mais um “M”
Para mostrar o quanto a nova geração da R1 é importante para a Yamaha, a marca dos três diapasões não deixou por menos e lançou também uma edição limitada da superesportiva. Batizada de R1M, em clara referência ao modelo da MotoGP, a superbike vem na cor prateada e traz itens focados no desempenho nas pista, como diversas peças em fibra de carbono.
A moto também traz mais tecnologia ao já extenso pacote. Além do conjunto de suspensões Öhlins, que pode ser ajustado eletronicamente, a moto ainda traz a Unidade de Comunicação e Controle (CCU) instalada na rabeta. O sistema atua em conjunto com um GPS e se comunica com um aplicativo para Android. O “app” armazena dados da pilotagem, como tempo de volta e ângulo de inclinação e ainda permite que o piloto faça alterações nos controles eletrônicos da moto à distância. Tudo isso, claro, tem um custo, que no caso da YZF-R1M é de US$ 21.990, o que corresponde a mais de R$ 70.000.
quinta-feira, 19 de março de 2015
Motos esperadas para o Brasil em 2015...
Para 2015, o setor de motocicletas promete uma série de novidades para o Brasil, principalmente para o segmento de alta cilindrada. Em outubro, ocorre a 13ª edição do Salão Duas Rodas, em São Paulo onde a maioria das motos deverão ser expostas. Preparamos alguns modelos esperados para o país no ano; veja abaixo.
sexta-feira, 6 de março de 2015
Novas cores para as Honda CB 500F e CBR 500R 2015 !!!
A Honda revelou novas cores e grafismos para os modelos 2015 de duas integrantes da família 500. A naked CB 500F agora está disponível também na cor preta com grafismo vermelho. A nova roupagem é inspirada na CB 650F e chega como opção às cores branca e vermelha metálica, que agora estão com os grafismos padronizados.
Já a esportiva CBR 500R recebeu roupagens mais radicais e condizentes com a sua vocação. A moto, que está disponível agora apenas na versão equipada com freios ABS, pode ser encontrada em preto com grafismos vermelhos e em uma roupagem tricolor (branca, azul e vermelha) mais parecida com o famoso esquema tricolor adotado pelo Team HRC (Honda Racing Corporation).
terça-feira, 3 de março de 2015
Yamaha YZF R3 2015
Está oficialmente anunciada a nova Yamaha R3 2015. O modelo ainda traz uma ótima novidade: motor de 321cc paralelo twin. Suspeitas de que a YZF-R3 2015 viria equipada com 20cc a mais que suas concorrentes (Ninja 300 e CBR 300R) surgiram no mercado asiático, onde já existe a Yamaha R25 (250cc) que possui características técnicas compatíveis com a Ninja 300.
A nova Yamaha YZF-R3, com seus 42cv de potência máxima, poderá tranquilamente bater de frente com a Ninja 300, que é capaz de gerar até 39cv. Na verdade ela poderá ameaçar até mesmo a KTM RC390, que gera potência máxima de 44cv.
quarta-feira, 18 de fevereiro de 2015
Evento em destaque!!!
Terminando o Carnaval e a vida voltando ao normal... o destaque dessa vez é o evento de Pedro Velho-RN ótima opção de viajem para quem gosta de uma boa estrada com lindas paisagens. Já tive o prazer de conhecer essa cidade e gostei muito, recomendado!
Serviço:
Evento: 3º Bate e Fica de Pedro Velho
Datas: 02 e 03 de Maio de 2015
Local: Praça Claudino Martins - Centro
Cidade: Pedro Velho
Estado: RN
Organizador: Bastos Moto Clubes
Contatos: Bastos
Telefones: 031 83 87 36 58 26 - 015 84 81 07 5469
segunda-feira, 26 de janeiro de 2015
terça-feira, 2 de dezembro de 2014
sexta-feira, 4 de abril de 2014
Z 1000 2015....
Esse conceito foi usado pela primeira vez no modelo Z800 e suas versões. Causou boa aceitação em todo o mundo porque envolve aspectos de estilo e engenharia, onde o dono da moto experimenta uma impressão no visual similar ao que percebe no desempenho. Seja do motor, do chassi ou da suspensão e freios. O estilo representa o que ele vai encontrar em termos de performance, tanto na ciclística quanto na entrega de potência do motor.
O design Sugomi, foi inspirado no caráter felino para trazer o impacto dos traços intimidantes e ao mesmo tempo marcantes. Na parte de engenharia as propostas vieram atender a esse mesmo critério.
Começando com o motor, ele recebeu nova ECU que oferece menor tempo de resposta, os coletores foram redimensionados para melhor resposta em baixas e médias rotações, juntamente com o novo filtro de ar que tem uma ressonância em um timbre agradável de se ouvir. Os escapamentos receberam interligações ovais para maior equilibrio das pressões internas e facilitar o fluxo de saida dos gases. A parte inferior dos cilindros receberam modificações para diminuir a resistência do ar na parte de baixo dos pistões. Assim, aproveita-se mais a energia da explosão. Os comandos de válvulas receberam novos ressaltos, para favorecer o torque em rotações mais baixas. A relação final foi encurtada (de 42/15 para 43/15) para maior aceleração e a sexta marcha foi alongada de (25/22 para 31/28) para compensar, mantendo a velocidade final adequada.
Para controlar esse motor os freios vieram com novidades também. As pinças monobloco sofrem menos flexões e proporcionam mais estabilidade nas frenagens. Também a nova bomba proporciona mais controle da pressão sobre o sistema, melhorando a sensibilidade.
Agora pode ser acionado com um dedo apenas. Nova central do ABS é mais leve e oferece maior controle sobre o efeito da elevação da roda traseira (RL).
A nova suspensão dianteira de pistões maiores e funções separadas. Ajustável na compressão, retorno e pré-carga, proporciona ajuste para esportividade ou conforto para quem busca uma pilotagem rápida ou apenas para trafegar confortavelmente pela cidade.
Na traseira, a disposição do amortecedor está mais à frente, ajudando na concentração de massas.
Utilizados pela primeira vez um uma motocicleta Kawasaki, os faróis com lâmpada de LED compõem a dianteira do modelo, proporcionando visão clara e de longo alcance para o piloto. Além do menor consumo de energia (sobra mais para o motor), os LED’s tem maior vida útil. São quatro lâmpadas para o farol alto, sendo que apenas duas destas ficam acesas durante o uso do farol baixo.
Inclinação à frente numa boa medida, nem muito abaixado nem muito exposto ao vento, o guidão de alumínio é largo e confortável, retrovisores com boa visão e e painel LCD diferenciado oferece bastante informação e controle desta máquina.
quinta-feira, 3 de abril de 2014
XJ6 com novidades
A nova XJ6 com freios ABS já está disponível em toda a rede de concessionárias Yamaha. Com motor de 600cc, 4 cilindros em linha, 4 tempos e 16 válvulas DOHC, agora conta com escapamento 4-2-1 cujo benefício citado pela montadora é melhorar o centro de gravidade da motocicleta, potencializando a pilotagem.
O preço sugerido da versão Naked (XJ6 N) é a partir de R$ 31.990,00, nas cores cinza e preta. A série especial vem na cor preta/branca com o número seis em destaque, remetendo as tomadas ao aspecto de fibra de carbono. A versão carenada (XJ6 F) fica a partir de R$ 32.590,00 nas cores cinza e vermelha. O grafismo na nova versão vermelha também remete às pistas, com o número 6 ainda mais esportivo.
terça-feira, 1 de abril de 2014
Evento em Destaque!!!
Serviço: |
Programação 4º São Bento Moto Fest |
Lista de hoteis e pousadas Fonte:http://www.revistamotoclubes.com.br/ |
domingo, 16 de março de 2014
Zero a moto do futuro próximo!!!
Lançada no Brasil desde 2012 mais sem muito estrondo no mercado com autonomia de 183 Km com carga de bateria completa e ao custo de meros R$ 4,00 (para carregar) a ZERO DS com certeza será a pedida em um futuro breve... ZERO mais por que ZERO... por meros 0,021 centavos de real você roda um (01) Km, e manutenção ai sim é ZERO, como o motor é totalmente elétrico não há atrito e consequentemente não haverá desgasto de peças e o preço da manutenção será ZERO.
sábado, 8 de fevereiro de 2014
sexta-feira, 7 de fevereiro de 2014
MV Agusta Brutale 800 Dragster é apresentada
MV Agusta Brutale 800 Dragster é apresentada na Europa. A nova moto da marca italiana é uma versão mais radical da já conhecida Brutale e vai custar em torno de 13.490 euros.
quarta-feira, 29 de janeiro de 2014
Benelli Brasil
A fabricante de motos Benelli já começou a produzir e vender
seus produtos no Brasil. A marca italiana apresentou sua gama em outubro no
Salão Duas Rodas, mas só agora falou em preços e modelos comercializados
inicialmente. A gama – toda montada em Manaus – começa na esportiva TNT 899, de
R$ 38.990. Ela usa um três cilindros de 899 cm³, que rende 120 cv e 9 kgfm de
força. O mesmo propulsor equipa a Trek 899, de R$ 45.690.
Acima delas, está outra esportiva, a Trek 1130, que usa um outro três cilindros de 158 cv e 12,2 kgfm, e custa R$ 52.890. Para completar a linha, a Benelli ainda tem a big-trail Trek 1130 Amazonas, com o mesmo tricilíndrico, mas com a potência reduzida para 125 cv e o torque ajustado em 11,4 kgfm, vendida por R$ 56.490. Por enquanto, a italiana tem apenas uma concessionária, em São Paulo, mas há planos de expansão para Rio de Janeiro, Curitiba, Porto Alegre e Goiânia.
Acima delas, está outra esportiva, a Trek 1130, que usa um outro três cilindros de 158 cv e 12,2 kgfm, e custa R$ 52.890. Para completar a linha, a Benelli ainda tem a big-trail Trek 1130 Amazonas, com o mesmo tricilíndrico, mas com a potência reduzida para 125 cv e o torque ajustado em 11,4 kgfm, vendida por R$ 56.490. Por enquanto, a italiana tem apenas uma concessionária, em São Paulo, mas há planos de expansão para Rio de Janeiro, Curitiba, Porto Alegre e Goiânia.
Retrospectiva 2013: Motocicletas
A situação do mercado de motocicletas no Brasil inspira cuidados. Ainda mais porque, em 2013, o cenário desfavorável de 2012 se agravou um pouco mais. Uma sequência de quedas na produção e nas vendas vieram em seguida ao ligeiro otimismo inicial, nos três primeiros meses do ano. A partir daí, o desâmino é mensurável em números. Os licenciamentos de motos de janeiro a novembro deste ano caíram 8,3% em relação ao mesmo período do ano passado – de 1.499.397 para 1.374.988 unidades –, segundo dados da Abraciclo – associação que reúne os fabricantes brasileiros de motocicletas. “ Sofremos com a retração da economia ”, acusa Marcos Fermanian, presidente da entidade. Nem a realização do Salão Duas Rodas, em outubro, e o pagamento das parcelas do 13º em novembro e dezembro conseguiram dar um final de ano melhor ao setor. Nas previsões
mais otimistas, o “ encolhimento ” de 2013 vai beirar os 4% – o ano fecharia em 1,56 millhão, contra 1,62 milhão de 2012. Essa queda foi puxada exclusivamente pelo segmento de baixa cilindrada – até 150 cm³ –, que representa a gigantesca parcela de 85% nas vendas de motos no país. Junto do efeito macroeconômico, está a restrição na concessão de créditoimposta pelos bancos, que atinge exatamente os consumidores de mais baixa renda, os que mais precisam financiar a compra de motocicletas. Em relação à produção, a estimativa é que fique em 1,61 milhão de unidades em 2013 – cerca de 5% menos que as 1,69 milhão de unidades do ano passado.
Os números ruins forçaram as fabricantes a se mexer bastante. Em maio, a Honda promoveu mudanças na CG, veículo automotor mais vendido do país. Para se ter uma ideia, a CG150 Titan sozinha responde por 31 mil emplacamentos mensais. A soma de a toda a linha CG passa de 45 mil unidades/mês. E para manter a liderança, a nova geração do modeloteve o design alterado e o peso reduzido em 4 kg. Os preços da linha sofreram um ligeiro aumento. A gama parte de R$ 5.490, e chega a R$ 7.830 – antes, começava em R$ 5.390 e alcançava os R$ 7.630. A Honda também decidiu retomar as motos de 500 cc. Com a nova linha, a marca espera atrtair os consumidores de seus modelos médios CB 300R e XRE 300. O primeiro modelo a chegar foi naked CB 500F, em outubro por iniciais R$ 22 mil. Neste mês, é a vez da esportiva CBR 500R, que partirá de R$ 23 mil. O terceiro modelo, a crossover CB 500X, só em 2014.
Outra japonesa, a Yamaha, resolveu investir em um modelo de baixa cilindrada – mesmo sendo o setor mais afetado pela crise. A marca nipônica trouxe a nova YS150 Fazer, o primeiro modelo da montadora no segmento no país. Feita especificamente para o mercado brasileiro, a motocicleta é recebeu um sistema flex e tem 12,2 cv. Quem também resolveu se mexer foi a Suzuki. Após algum tempo de inércia, a fabricante lançou seis novas motocicletas. Destaque para a renovada GSR 750. Derivada da GSX-R 750, a esportiva vem para competir no acirrado segmento que tem Kawasaki Z800, Triumph Speed Triple e Honda CB 1000R. Fechando o quarteto nipônico, o destaque da Kawasaki foi o “ upgrade ” na tradicional Ninja, que subiu de 250 para 300 cc. Com as alterações no propulsor, a moto ganhou fôlego e pulou de 32 para 39 cv a 11 mil giros. Com freios ABS, a “ninjinha” agora custa R$ 17.990.
Longe do furacão enfrentados pelos modelos da base do mercado, as motos de alta cilindrada vivem situação oposta. “ O mercado acima de 500 cilindradas não é tão afetado pela restrição de crédito ”, afirma Marcelo Silva, gerente geral da Triumph no Brasil. “ Para a Triumph, os resultados obtidos neste ano de 2013 têm sido muito satisfatórios. Atingimos patamares acima dos previstos inicialmente ”, contabiliza. A marca britânica chegou ao Brasil em outubro de 2012 com seis modelos e esse ano apresentou mais seis motos. Em maio, a superesportiva Daytona 675R e naked Street Triple 675, foram as primeira a chegar. No Salão Duas Rodas, que aconteceu em outubro em São Paulo, foi a vez das Street Triple 675R, Tiger 800, Trophy SE e a Tiger Explorer XC.
Já a BMW trouxe ao Brasil a renovada e icônica R 1200 GS. A maxitrail ganhou potência, tecnologia e novo desenho para se manter no topo de vendas. Ela parte de R$ 73.400, mas pode alcançar os R$ 83.900 com itens como a suspensão adaptativa, farol de leds, computador de bordo, rodas raiadas e preparação para GPS. A grande novidade da Ducati em solo nacional foi a 1199 Panigale R. Com etiqueta de R$ 114.900, a superesportiva tem 195 cv de potência e torque de 13,5 kgfm. A fabricante também começou a importar a Multistrada 1200 e suas variantes S Touring e S Pikes Peak. A moto multiuso da Ducati começa em R$ 67.900, passa por R$ 79.900 e termina nos R$ 89.900. A italiana MV Agusta iniciou as vendas da superesportiva F4RR ABS, em outubro, por R$ 99.900. Ela traz a última geração do sistema antitravamente para os freios e ainda vem com pinças feitas pela Brembo. O propulsor é um quatro cilindros, 16 válvulas e com bielas de titânio que gera 200,8 cv e torque de 11,3 kgfm. No mesmo mês, a tradicional fabricante ainda passou a montar a Brutale 1090RR em Manaus, por meio da conhecida parceria com a Dafra.
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